Cirurgia, exame, internação ou medicamento negado pelo plano. Em casos de urgência, a Justiça pode obrigar a cobertura por liminar, muitas vezes em poucos dias.
Negar cobertura virou rotina para operadoras. Mas entre a negativa e o tratamento existe um caminho jurídico rápido, e quanto melhor documentado o pedido médico, mais forte a ação.
Cirurgias, exames, internações, home care e medicamentos recusados pelo plano, análise da negativa e ação com pedido de urgência.
Em risco à saúde, o pedido de tutela de urgência pode garantir o tratamento já no início do processo, antes da decisão final.
Reajustes abusivos por faixa etária, cancelamento unilateral do contrato e exclusão indevida de dependentes.
Sinistro negado, atraso no pagamento e interpretações abusivas da apólice, em seguros de vida, residenciais e de veículos.
Você não fala com secretária, atendente ou estagiário. Cada cliente é atendido pessoalmente, com retorno em até 24h.
Escritório no Centro de São João del-Rei, com atendimento presencial e remoto. Honorários cobrados de forma transparente, você sabe quanto vai pagar antes de assinar qualquer coisa.
Peça a negativa por escrito (a operadora é obrigada a fornecer), reúna o pedido e o relatório do seu médico e procure o advogado. Em casos de urgência, é possível pedir liminar para que a Justiça determine a cobertura imediata.
É uma decisão provisória e urgente, dada no início do processo, que pode obrigar o plano a autorizar o tratamento antes do julgamento final. O tempo depende do juízo e da urgência demonstrada, em situações graves, pode sair em poucos dias.
Não necessariamente. Pela Lei 14.454/2022, o rol da ANS é a referência básica de cobertura, mas tratamentos fora do rol podem ser devidos quando há comprovação de eficácia e recomendação técnica, entre outros critérios legais. A negativa baseada só no rol merece análise.
Não. Cancelamentos unilaterais e reajustes têm limites na regulação da ANS e no Código de Defesa do Consumidor, especialmente em contratos individuais e para idosos. Aumentos fora do padrão e rescisões sem justificativa podem ser revistos judicialmente.
Muitas negativas se baseiam em interpretações abusivas da apólice ou em alegações genéricas de má-fé do segurado. Com a apólice, a recusa por escrito e os documentos do sinistro, é possível avaliar a cobrança judicial da indenização.
As respostas acima têm caráter informativo e não substituem a análise do seu caso concreto.
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